Mutante, da série Ocupo todo el espacio que me es ofrecido
instalação
madeira, tecido e arame
2013

Mutante, da série Ocupo todo el espacio que me es ofrecido

instalação

madeira, tecido e arame

2013

Estudo do espaço em 5(+1) tempos

publicação, vídeo digital

serigrafia, impressão digital e vídeo

2013

Informações: 4,1 km

Esse mesmo trajeto, de A até B, foi feito de 5 formas diferentes; a pé, de metrô, de ônibus, de patins e de bicicleta. 

Quatro itens aparecem em comum nas cinco formas, porém o que busco são as especificidades de cada percuso, chamando atenção para o que está entre.

/informaciones: 4,1 km

Este mismo trayecto, de A hasta B fue hecho de 5 formas distintas; a pie, en subte, en colectivo, en patines y en bicicleta. 

Quatro items aparecen en común en las cinco formas, pero lo que busco son las especificidades de cada trayecto, chamando la atención para lo que está entre.

Two Cities
port
Utilizando-se de um espaço temporal que é interrompido pela distância, Two Cities tem como projeto uma única exposição que irá ocorrer em duas galerias e cidades diferentes ao mesmo tempo.A distância entre as galerias e o tempo simultâneo tornam-se premissas para o projeto de uma exposição, assim como proposta disparadora para a produção dos artistas de ambas cidades.A proximidade aqui será percebida pelo tempo.
en
Using a temporal link that is disrupted by distance, this proposal is for ‘a single exhibition’ that occurs in two different galleries or spaces in two different cities at the same time. The distance between the gallery spaces and their concurrent timing is the premise for creating an exhibition; the attendant logistics becomes the show’s theme. Pairing duality and distance creates a push/pull effect of a perceived closeness created by timing, but an inevitable and intractable space that needs to be overcome between the two galleries.Negotiating or exacerbating or getting over the problems of distance and duality would hopefully become part of the structure of the artworks, in whatever manner best compliments that individual artist’s practice.
 
RM | Aucklandhttp://rm103.org/VEREDAS | São Paulohttp://www.veredas-sp.com

Two Cities

port

Utilizando-se de um espaço temporal que é interrompido pela distância, Two Cities tem como projeto uma única exposição que irá ocorrer em duas galerias e cidades diferentes ao mesmo tempo.
A distância entre as galerias e o tempo simultâneo tornam-se premissas para o projeto de uma exposição, assim como proposta disparadora para a produção dos artistas de ambas cidades.
A proximidade aqui será percebida pelo tempo.

en

Using a temporal link that is disrupted by distance, this proposal is for ‘a single exhibition’ that occurs in two different galleries or spaces in two different cities at the same time. 

The distance between the gallery spaces and their concurrent timing is the premise for creating an exhibition; the attendant logistics becomes the show’s theme. Pairing duality and distance creates a push/pull effect of a perceived closeness created by timing, but an inevitable and intractable space that needs to be overcome between the two galleries.

Negotiating or exacerbating or getting over the problems of distance and duality would hopefully become part of the structure of the artworks, in whatever manner best compliments that individual artist’s practice.

 

RM | Auckland
http://rm103.org/
VEREDAS | São Paulo
http://www.veredas-sp.com

Mutante, da série Ocupo todo o espaço que me é oferecido
Aquarela sobre papel Montval 300g
2013

Mutante, da série Ocupo todo o espaço que me é oferecido

Aquarela sobre papel Montval 300g

2013

Mutante, da série Ocupo todo o espaço que me é oferecido
Aquarela sobre papel Montval 300g
2013

Mutante, da série Ocupo todo o espaço que me é oferecido

Aquarela sobre papel Montval 300g

2013

Imagem Mi(g)ranteAbertura: Sábado 15 de Dezembro, 14h às 18h
Sob a curadoria de Mario Gioia, a exposição Imagem Mi(g)rante se baseia em imagens de “segunda mão”, utilizadas pelos artistas para sedimentar seu discurso através de fotografia, vídeo, pintura e obras tridimensionais.
Apropriações, frames de filme, registros da web e arquivos familiares, entre outros elementos, consolidam a ideia do excesso de imagens e de informações no mundo contemporâneo que, reorganizadas pelas poéticas dos artistas, ressignificam nosso cotidiano.
Participam da exposição: Adriana Affortunati, Ana Lucia Mariz, Fernanda Barreto, Ivan Grilo, João Castilho, Marcelo Amorim, Marcia Rosolia, Mariana Tassinari, Mayana Redin, Monica Tinoco,Nati Canto e Selene Alge.

http://zippergaleria.com.br/pt/?utm_source=Portugues&utm_campaign=15ce671f40-Imagem_Mi_g_rante_Projeto_WR_PT12_12_2012&utm_medium=email#exposicao/imagem-migrante/

Imagem Mi(g)rante
Abertura: Sábado 15 de Dezembro, 14h às 18himage

Sob a curadoria de Mario Gioia, a exposição Imagem Mi(g)rante se baseia em imagens de “segunda mão”, utilizadas pelos artistas para sedimentar seu discurso através de fotografia, vídeo, pintura e obras tridimensionais.

Apropriações, frames de filme, registros da web e arquivos familiares, entre outros elementos, consolidam a ideia do excesso de imagens e de informações no mundo contemporâneo que, reorganizadas pelas poéticas dos artistas, ressignificam nosso cotidiano.

Participam da exposição: Adriana Affortunati, Ana Lucia Mariz, Fernanda Barreto, Ivan Grilo, João Castilho, Marcelo Amorim, Marcia Rosolia, Mariana Tassinari, Mayana Redin, Monica Tinoco,Nati Canto e Selene Alge.

http://zippergaleria.com.br/pt/?utm_source=Portugues&utm_campaign=15ce671f40-Imagem_Mi_g_rante_Projeto_WR_PT12_12_2012&utm_medium=email#exposicao/imagem-migrante/

Estudo do espaço em 5(+1) tempos

Zonas
intervención urbana, buenos aires, 2012

Zonas

intervención urbana, buenos aires, 2012

Zonas
intervención urbana, buenos aires 2012

Zonas

intervención urbana, buenos aires 2012

PAISAGENS PRATICADAS, por Regina Johas
 
Olhar para o grande campo da arte contemporânea implica em tentar definir caminhos de aproximação, vetores que nos permitam entrar em contato com as questões que constituem a voz de nosso tempo, o nosso Zeitgeist. Experimentar a arte, e assim experimentar a nossa história, não como quem apenas a decodifica intelectualmente, mas como quem mergulha no mundo, através de, e com a arte. A mostra Paisagens Praticadas  é uma tentativa de estabelecer neste grande campo um recorte específico, o da vivência no espaço da cidade como foco de interesse da produção artística.Caminharjunto com os jovens artistas aqui reunidos, que se entregam à tarefa de ativar o espaço, é também perguntar-se como e através de quais dispositivos vivenciamos a cidade hoje, e como podemos reinventá-la.
 
Como? Inicialmente podemos pensar num plano de resistência. Resistir. Revidar aquilo que já está formatado, rejeitar as experiências já codificadas e a institucionalização da vida. Partimos da equação que propõe lugar ou localidade = espaço praticado. Entender o espaço como lugar de encontro, de conversas e partilha de questões.
 
Umespaço existe quando se leva em consideração vetores de direção, velocidades, e variáveis de tempo. Assim, o espaço é composto de intersecções de elementos móveis. Ele é acionado pelo conjunto de movimentos implantados dentro dele. O Espaço ocorre assim como um efeito produzido pelas operações que o orientam, que o situam, que o temporalizam. E que fazem com que ele funcione como unidade polivalente de programas conflituosos ou proximidades contratuais. (Michel de Certeau)
 
Ativar oespaço com  a proposição: que lugar resta para o convívio? É na cidade contemporânea que se manifestam as possibilidades de intersecções de elementos móveis, que irão acionaro espaço através das operações que o orientam, que o situam, que o temporalizam. Permanências, rupturas, continuidades e relações entre o antigo e o novo são os movimentos incessantes que vão propiciar aexperiência da cidade como paisagem praticada.
 
A mostra Paisagens Praticadas reúne quatro jovens artistas que fazem da vivência da cidade o centro de interesse de sua produção.Eles se entregam à tarefa de ativar o espaço urbano e reinventá-lo, revidando aquilo que já está formatado, rejeitando as experiências já codificadas e a institucionalização da vida.
 
Produções que transitam entre o campo da instalação, fotografia, publicações e ações urbanas encontram-se aqui em diálogo na criação de micro-territórios como lugares de resistência no tecido urbano. Amaury Moraes, Regina Parra, Daniel de Paula e Fernanda Barreto nos convidam a mergulhar neste universo pulsante da cidade, no qual a rua é entendida como uma base da trocaentre as pessoas.
 
É na rua que o homem experimenta a vida. É assim que Amaury Moraes nos fala de sua errância pela cidade. O artista e designer apresenta as séries fotográficas “Espaços espontâneos” e “Lugares Temporários” (2008). Para Amaury, a rua se constrói  como um tecido vivo: “Percebo, no cenário urbano, uma série de pequenas construções e ações que apontam para uma existência mais humana e criativa. São soluções simples e imediatas, sem grandes refinamentos esté­ticos, expressas em cabines de segurança, guaritas, pontos de táxi, intervenções urbanas, barracos, pequenas vendas, favelas. Ou ainda o desenho traçado no solo pelos passos dos indivíduos que impõem sua vontade sobre o percurso proposto pela via pública, os jardins im­provisados de diferentes tamanhos espalhados pela cidade”.
 
Os trabalhos de Daniel de Paula se inscrevem nos vãos, nos intervalos, na intersecção das relações estabelecidas entre lugar, ação e relato. Para Daniel, “É possível construir, através da produção de interven­ções em um determinado lugar, dispositivos de reflexão acerca do espaço e suas relações. Para isso, como ponto de partida, é preciso compreender a natureza do espaço como “um conjunto indissociável de sistemas de objetos e de sistemas de ações”.Suas ações pela cidade traduzem uma concepção de arte que tem como condição única o mergulho reflexivo na condição do viver.
 
Fernanda Barreto apresenta o projeto Zonas, que são espaços demarcados na cidade nas cores verde, amarelo, azul e vermelho. As Zonas sugerem situações e ações em pequenas áreas coloridas. A proposição de intervir no caminhar do pedestre questiona o tempo e as relações urbanas estabelecidas, acionando a imersão na cidade e a troca entre as pessoas. Para Fernanda, “a arte se dá no encontro entre o eu e o outro. Uma arte que estreita o espaço das relações. Me interesso por espaços em que as pessoas possam se relacionar em um contexto urbano. Encontrar as condições para a troca. Inventar modos de estar-juntos”.
 
Regina Parra propõe experimentar o tecidourbano a partir do questionamento das perspectivas geográficas, políticas e culturais. A artistarealiza uma caminhada pela cidade de São Paulo munida de um rádio. Em algum ponto de  sua trajetória começa a captar a transmissão da rádio pirata boliviana de imigrantes deste país que moram na região do Brás, em São Paulo. Parra chama a atenção para a tênue fronteira entre a ocupação legal e ilegal do espaço urbano, inspirada nas tensões entre territórios locais e transnacionais.

PAISAGENS PRATICADAS, por Regina Johas

 

Olhar para o grande campo da arte contemporânea implica em tentar definir caminhos de aproximação, vetores que nos permitam entrar em contato com as questões que constituem a voz de nosso tempo, o nosso Zeitgeist. Experimentar a arte, e assim experimentar a nossa história, não como quem apenas a decodifica intelectualmente, mas como quem mergulha no mundo, através de, e com a arte. A mostra Paisagens Praticadas  é uma tentativa de estabelecer neste grande campo um recorte específico, o da vivência no espaço da cidade como foco de interesse da produção artística.Caminharjunto com os jovens artistas aqui reunidos, que se entregam à tarefa de ativar o espaço, é também perguntar-se como e através de quais dispositivos vivenciamos a cidade hoje, e como podemos reinventá-la.

 

Como? Inicialmente podemos pensar num plano de resistência. Resistir. Revidar aquilo que já está formatado, rejeitar as experiências já codificadas e a institucionalização da vida. Partimos da equação que propõe lugar ou localidade = espaço praticado. Entender o espaço como lugar de encontro, de conversas e partilha de questões.

 

Umespaço existe quando se leva em consideração vetores de direção, velocidades, e variáveis de tempo. Assim, o espaço é composto de intersecções de elementos móveis. Ele é acionado pelo conjunto de movimentos implantados dentro dele. O Espaço ocorre assim como um efeito produzido pelas operações que o orientam, que o situam, que o temporalizam. E que fazem com que ele funcione como unidade polivalente de programas conflituosos ou proximidades contratuais. (Michel de Certeau)

 

Ativar oespaço com  a proposição: que lugar resta para o convívio? É na cidade contemporânea que se manifestam as possibilidades de intersecções de elementos móveis, que irão acionaro espaço através das operações que o orientam, que o situam, que o temporalizam. Permanências, rupturas, continuidades e relações entre o antigo e o novo são os movimentos incessantes que vão propiciar aexperiência da cidade como paisagem praticada.

 

A mostra Paisagens Praticadas reúne quatro jovens artistas que fazem da vivência da cidade o centro de interesse de sua produção.Eles se entregam à tarefa de ativar o espaço urbano e reinventá-lo, revidando aquilo que já está formatado, rejeitando as experiências já codificadas e a institucionalização da vida.

 

Produções que transitam entre o campo da instalação, fotografia, publicações e ações urbanas encontram-se aqui em diálogo na criação de micro-territórios como lugares de resistência no tecido urbano. Amaury Moraes, Regina Parra, Daniel de Paula e Fernanda Barreto nos convidam a mergulhar neste universo pulsante da cidade, no qual a rua é entendida como uma base da trocaentre as pessoas.

 

É na rua que o homem experimenta a vida. É assim que Amaury Moraes nos fala de sua errância pela cidade. O artista e designer apresenta as séries fotográficas “Espaços espontâneos” e “Lugares Temporários” (2008). Para Amaury, a rua se constrói  como um tecido vivo: “Percebo, no cenário urbano, uma série de pequenas construções e ações que apontam para uma existência mais humana e criativa. São soluções simples e imediatas, sem grandes refinamentos esté­ticos, expressas em cabines de segurança, guaritas, pontos de táxi, intervenções urbanas, barracos, pequenas vendas, favelas. Ou ainda o desenho traçado no solo pelos passos dos indivíduos que impõem sua vontade sobre o percurso proposto pela via pública, os jardins im­provisados de diferentes tamanhos espalhados pela cidade”.

 

Os trabalhos de Daniel de Paula se inscrevem nos vãos, nos intervalos, na intersecção das relações estabelecidas entre lugar, ação e relato. Para Daniel, É possível construir, através da produção de interven­ções em um determinado lugar, dispositivos de reflexão acerca do espaço e suas relações. Para isso, como ponto de partida, é preciso compreender a natureza do espaço como “um conjunto indissociável de sistemas de objetos e de sistemas de ações”.Suas ações pela cidade traduzem uma concepção de arte que tem como condição única o mergulho reflexivo na condição do viver.

 

Fernanda Barreto apresenta o projeto Zonas, que são espaços demarcados na cidade nas cores verde, amarelo, azul e vermelho. As Zonas sugerem situações e ações em pequenas áreas coloridas. A proposição de intervir no caminhar do pedestre questiona o tempo e as relações urbanas estabelecidas, acionando a imersão na cidade e a troca entre as pessoas. Para Fernanda, “a arte se dá no encontro entre o eu e o outro. Uma arte que estreita o espaço das relações. Me interesso por espaços em que as pessoas possam se relacionar em um contexto urbano. Encontrar as condições para a troca. Inventar modos de estar-juntos”.

 

Regina Parra propõe experimentar o tecidourbano a partir do questionamento das perspectivas geográficas, políticas e culturais. A artistarealiza uma caminhada pela cidade de São Paulo munida de um rádio. Em algum ponto de  sua trajetória começa a captar a transmissão da rádio pirata boliviana de imigrantes deste país que moram na região do Brás, em São Paulo. Parra chama a atenção para a tênue fronteira entre a ocupação legal e ilegal do espaço urbano, inspirada nas tensões entre territórios locais e transnacionais.

birutas

birutas

vista general de la muestra Volar

vista general de la muestra Volar

Los vientos del norte no moven birutas 
(Os vento do norte não movem birutas)
objeto 
madera, tela y alambre
230 X 30 cm
2012

Los vientos del norte no moven birutas 

(Os vento do norte não movem birutas)

objeto 

madera, tela y alambre

230 X 30 cm

2012